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Projeto ‘Fauna do Bioparque Pantanal’ une Ciência e Tecnologia na Rede Estadual

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As transformações ambientais e o avanço tecnológico permitem maior compreensão da importância da fauna e do equilíbrio dos ecossistemas em um desafio cada vez mais urgente.

E quando a escola conecta ciência e inovação com acessibilidade, o aprendizado ultrapassa a sala de aula e ganha impacto social real.

A partir daí, nasceu o projeto ‘Fauna do Bioparque Pantanal: Em um clique, você pode deslumbrar’, desenvolvido por estudantes da Escola Estadual Teotônio Vilela, em parceria com o Bioparque Pantanal, em Campo Grande.

Pesquisa científica inovadora e acessível

O projeto visa investigar a fauna do maior aquário de água doce do mundo para o desenvolvimento de um aplicativo sobre a importância de cada animal no ecossistema.

A iniciativa foi selecionada por edital para integrar o Clube de Ciências do Bioparque Pantanal com atividades presenciais no parque temático e na unidade escolar.

Projeto Fauna do Bioparque Pantanal une ciência e tecnologia na Rede Estadual
Protagonismo e novas conquistas

A culminância dos projetos desenvolvidos pelo Clube de Ciência Teotônio Vilela em 2025 marcou o 2º Encontro de Iniciação Científica do Bioparque Pantanal, conhecido como ENICBIO.

Um trabalho fruto da dedicação dos estudantes Samuel Benitez, Anny Mariana e José Vinicius, que gerou ainda, reconhecimento estadual ao se tornar finalista da FETEC/MS 2025.

A conquista garante credenciamento para a Feira de Ciências, Tecnologia e Humanidade (FECRI) realizada no Vale do Cricaré, em São Mateus, no Espírito Santo.

Orientação pedagógica e parcerias

O projeto orientado pela coordenadora de Práticas Inovadoras, Eliene Garcete e pela coordenadora pedagógica, Geovana Santana, tem acompanhamento técnico de profissionais do Bioparque Pantanal e apoio da equipe gestora da escola.

Para Eliene, a experiência reforça o papel da escola pública na formação científica dos estudantes.

“Projetos assim mostram que a iniciação científica na escola pública desperta o conhecimento e pode transformar realidades.”

A iniciativa tem, ainda, a supervisão da bióloga do Bioparque Pantanal, Adrieli Marcacini, do técnico Eduardo Coutinho e da coordenadora do Clube de Ciências do aquário, Thuany Rezende.

O diretor da escola, Valter Jerônimo, ressalta que “o projeto é um exemplo de educação científica e de conexão entre escola, tecnologia e preservação ambiental. ”

Educação com reconhecimento

Como parte da celebração, estudantes e professores comemoraram no restaurante Coco Bambu Campo Grande, uma empresa apoiadora desta parceria entre educação, ciência e sociedade.

Por Agência Brasil

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