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Corpos carbonizados em queda de avião devem ser identificados por DNA

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Os corpos das vítimas do acidente aéreo ocorrido na região da Fazenda Barra Mansa, no Pantanal sul-mato-grossense, em Aquidauana, chegaram ao município por volta das 7h30 desta quarta-feira (24). Eles foram levados para o IML (Instituto Médico Legal), onde passarão por exames para identificação e posterior liberação às famílias.

Conforme apurado pela reportagem, a identificação deve demorar, já que os corpos ficaram totalmente carbonizados na explosão que aconteceu logo após a queda da aeronave. O rosto das vítimas ficou irreconhecível e há possibilidade de realização de exames de DNA (ácido desoxirribonucleico) para a confirmação da identidade.

Entre as vítimas estão o arquiteto chinês Kongjian Yu, o cineasta brasileiro Luiz Fernando Feres da Cunha Ferraz, o documentarista Rubens Crispim Jr. e o piloto Marcelo Pereira Barros.

O Corpo de Bombeiros informou que a operação de busca e resgate durou cerca de 9 horas, devido a distância e as condições de acesso ao local, envolvendo três militares e uma viatura. Segundo a corporação, não foi necessário o uso de equipamentos de desencarceramento.

A FAB (Força Aérea Brasileira), por meio do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), já iniciou a chamada “Ação Inicial”, que consiste na coleta de dados, preservação de elementos e análise preliminar dos danos.

O órgão esclareceu que as investigações não buscam apontar culpa ou responsabilidade civil ou criminal, mas sim identificar fatores contribuintes para evitar novos acidentes. O relatório final será publicado no site do Cenipa após a conclusão das apurações, em prazo que depende da complexidade do caso.

Acidente

O acidente aconteceu no final da tarde de terça-feira (23). A aeronave Cessna Aircraft 175, com prefixo PT-BAN, fabricada em 1958, tinha como proprietário e piloto Marcelo Pereira Barros.

Há suspeitas de que o piloto tenha tentado uma arremetida, procedimento em que a aeronave interrompe o pouso para subir novamente. Pouco depois, o avião teria perdido altitude e caído, resultando em uma explosão imediata.

Equipes do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) estão no local, que é de difícil acesso. Em consulta à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o registro da aeronave consta como operação negada para táxi aéreo.

Por Bruna Marques / Campo Grande News

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