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Compromisso Humano Acima da Formalidade: A Verdadeira Face do Mandato do Vereador Nô

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O jornalismo sério, pautado na ética e no compromisso com a verdade, exige acima de tudo uma regra de ouro que parece ter sido esquecida por alguns profissionais da imprensa local: a apuração rigorosa dos fatos antes da publicação.

Sobre, a cobertura de um veículo de comunicação da cidade disparou críticas e publicou matérias precipitadas cobrando a ausência do Vereador Nô em uma caminhada organizada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer. Sem o cuidado de checar os fatos, optou-se pelo sensacionalismo. Chegaram ao absurdo de sugerir em vídeo que o parlamentar deveria ter delegado a um assessor a função de acompanhar pacientes em tratamento intensivo.

Contudo, a realidade revela uma história bem diferente — uma verdadeira demonstração de sensibilidade que coloca em xeque a pressa e a falta de apuração das críticas.

O Verdadeiro Dever: Solidariedade na Luta Contra o Câncer
O que o veículo tratou como “falta” foi, na verdade, uma ação direta na linha de frente do combate ao câncer. A jornada do Vereador Nô começou às 5 horas da manhã, quando ele próprio pegou a estrada com destino ao hospital em Dourados para acompanhar um casal de idosos de Rio Brilhante.

Não se tratava de uma simples consulta de rotina ou exame preventivo: onde o senhor passa por sessões de quimioterapia, um tratamento delicado e doloroso voltado a pacientes que enfrentam estágios avançados da doença.

Jovens muitas vezes conseguem se locomover e realizar esses trâmites sozinhos, mas idosos em estado frágil necessitam de amparo, cuidado humanizado e presença física constante. Para o vereador, esse amparo não é uma tarefa para ser “terceirizada” a assessores.
(Espaço para inserção das fotos do Vereador Nô e do casal de idosos no hospital em Dourados)

Presença no Plenário e Representação Institucional
Ao contrário do que sugeriram as matérias sensacionalistas, o parlamentar cumpre rigorosamente sua rotina:

* Presença diária: Nô está presente na Câmara Municipal diariamente durante a semana em todos os expedientes.

* Sem compromissos descumpridos: Não havia qualquer agendamento prévio ou compromisso formal firmado para estar presente naquele horário específico na caminhada.

* Câmara representada: O Poder Legislativo e a própria Rede Feminina foram devidamente representados na passeata por profissionais da equipe de comunicação da Câmara e outras autoridades.

Enquanto a passeata chamava a atenção da sociedade para a conscientização — uma causa nobre e que contou com o apoio institucional —, Nô já estava no hospital vivenciando na prática a essência dessa mesma luta, ao lado de quem travava a batalha mais dura contra o câncer.
Resposta Direta e Firme.

Em seu posicionamento sobre o ocorrido, o Vereador Nô foi categórico ao explicar a prioridade do seu mandato e criticar a falta de sensibilidade da imprensa:

“Lamento que um jornalista use as redes para difamar sem antes apurar os fatos. Política se faz com responsabilidade, não com sensacionalismo. Eu saí de casa às 5h da manhã para acompanhar um casal de idosos de Rio Brilhante que precisava de amparo direto para fazer quimioterapia no hospital em Dourados. Quem passa por quimioterapia está lidando com um câncer avançado, e isso mexe com a vida e com o sentimento de famílias inteiras.”

“Diferente de um jovem que consegue se dirigir sozinho ao hospital, idosos precisam de ajuda. Eu não tinha nenhum compromisso marcado naquele horário, e a Câmara esteve muito bem representada na caminhada da Rede Feminina pelos servidores do setor de comunicação. A Câmara segue funcionando, e o nosso mandato continua onde o povo mais precisa: nas ruas e ao lado de quem realmente necessita de cuidado.”

Conclusão
O episódio serve para refletir sobre o papel do jornalismo e a essência do serviço público. Enquanto detratores buscam polêmicas de bastidor, parlamentares comprometidos preferem acordar de madrugada, pegar a estrada e colocar a empatia em prática. O Vereador Nô provou que a verdadeira representatividade não se limita às cadeiras do plenário ou às fotos em passeatas, mas sim em estar presente onde a dor humana exige solidariedade imediata.

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