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Anvisa proíbe lotes de fórmulas infantis da Nestlé por risco de toxina

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A Anvisa proibiu a venda, distribuição e uso de lotes específicos de fórmulas infantis da Nestlé após identificar risco de contaminação por cereulide, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

A restrição atinge fórmulas das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. Segundo a agência, o consumo de alimentos contaminados pode provocar vômito persistente, diarreia e letargia, que inclui sonolência excessiva e lentidão de reações.

A Anvisa destaca que a proibição tem caráter preventivo e que não há casos de intoxicação registrados no Brasil ou no exterior. O recolhimento começou de forma voluntária e global após a detecção da toxina em itens de uma fábrica da Nestlé na Holanda. Mais de 30 países participam do recall.

De acordo com a agência, a toxina foi encontrada em um ingrediente fornecido por um terceiro, o que motivou a necessidade de recolhimento. Em nota, a Nestlé informou que a cereulide foi identificada em análises periódicas de qualidade, que o fornecedor foi notificado e que a empresa atua em cooperação com as autoridades para reduzir qualquer impacto ao consumidor.

A bactéria Bacillus cereus é comum em matérias-primas e pode aparecer em alimentos como leite e derivados. Em geral, não oferece risco, mas pode produzir toxinas como a cereulide, capaz de causar reações adversas que surgem até seis horas após o consumo.

Orientações a pais e responsáveis

Pais e responsáveis devem conferir o número do lote no rótulo. Se o produto fizer parte dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado. Os demais lotes não foram afetados.

Consumidores com produtos dos lotes citados devem procurar o Atendimento ao Consumidor da Nestlé para devolução e reembolso integral, pelos canais falecom@nestle.com.br ou 0800 761 2500, com atendimento 24 horas.

Caso a criança apresente sintomas compatíveis, a orientação é buscar atendimento médico imediato e informar qual alimento foi consumido, levando a embalagem se possível.

Por Por Ângela Kempfer / Campo Grande News

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